RUIVA FAKE: Operação da Polícia Civil mira golpe da falsa garota de programa no Lago Norte
Operação da Polícia Civil mira três suspeitos de Minas Gerais que usavam o perfil "Ruiva On Line" para cobrar pagamentos por encontros que nunca aconteciam
Três suspeitos de aplicar o golpe da falsa garota de programa, com encontros marcados no Lago Norte, foram alvo de uma operação policial em Montes Claros (MG), cidade onde moram.
Quando a vítima percebia a fraude e tentava parar de pagar, o grupo passava a ameaçá-la em nome de uma facção criminosa.
A 'Operação Ruiva Fake' foi deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF), por meio da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais (PC-MG).

Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão e de bloqueio de bens contra os três investigados.
A corporação não informou prisões.
Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão e de bloqueio de bens contra os três investigados.
A corporação não informou prisões.
A isca era um anúncio na internet de uma suposta mulher que se apresentava como “Ruiva On Line”.
Depois de marcar o encontro em um endereço no Lago Norte, a vítima era avisada de que precisaria pagar uma taxa de entrada para ter o acesso liberado.
Depois de marcar o encontro em um endereço no Lago Norte, a vítima era avisada de que precisaria pagar uma taxa de entrada para ter o acesso liberado.
Feito o primeiro pagamento, surgiam novas cobranças, como a suposta compra de produtos ligados ao programa.
O encontro nunca acontecia.
O encontro nunca acontecia.
Na segunda etapa, o estelionato virava extorsão. Os golpistas diziam integrar uma facção criminosa e afirmavam que a vítima “entraria na lista do crime organizado” se não fizesse novos pagamentos.
A partir do registro da ocorrência, os policiais analisaram as conversas e rastrearam as transações financeiras e os aparelhos usados nos contatos, o que levou ao trio.
Na operação, foram recolhidos celulares, computadores, chips, cartões e documentos.
O material deve ajudar a comprovar a atuação do grupo e a identificar outras vítimas. Os investigados vão responder por estelionato, extorsão e associação criminosa.
Na operação, foram recolhidos celulares, computadores, chips, cartões e documentos.
O material deve ajudar a comprovar a atuação do grupo e a identificar outras vítimas. Os investigados vão responder por estelionato, extorsão e associação criminosa.
A orientação da polícia é desconfiar de qualquer pedido de pagamento antecipado, seja como sinal, taxa de acesso ou reserva, e de perfis que recusam chamada de vídeo.

Quem cair no golpe deve interromper os pagamentos, guardar prints e comprovantes, pedir ao banco a devolução do Pix pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) e registrar ocorrência.

Quem cair no golpe deve interromper os pagamentos, guardar prints e comprovantes, pedir ao banco a devolução do Pix pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) e registrar ocorrência.
Ameaças com menção a facções, segundo a corporação, são apenas uma estratégia para arrancar mais dinheiro.

Comentários