MENOR TAXA DE NASCIMENTOS: Brasília tem menos partos de adolescentes em relação ao país
Distrito Federal tem a menor proporção de partos de mães adolescentes do Brasil.
Nos quatro primeiros meses de 2026, 7,48% dos partos na capital do país foram de mães com até 19 anos.

A média nacional ficou em 11,3%.
Nos quatro primeiros meses de 2026, 7,48% dos partos na capital do país foram de mães com até 19 anos.
A média nacional ficou em 11,3%.
O levantamento é do Ministério da Saúde.
A meta da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal é baixar o índice para 5,93%.
A estratégia combina acesso gratuito a métodos contraceptivos com ações educativas nas unidades de saúde e nas escolas.
A meta da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal é baixar o índice para 5,93%.
A estratégia combina acesso gratuito a métodos contraceptivos com ações educativas nas unidades de saúde e nas escolas.
Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), os preservativos ficam disponíveis na entrada e podem ser retirados sem pedir a um profissional.
A rede oferece também pílula e injeção anticoncepcional, dispositivo intrauterino (DIU) e implante contraceptivo, conhecido como 'Implanon'.
A rede oferece também pílula e injeção anticoncepcional, dispositivo intrauterino (DIU) e implante contraceptivo, conhecido como 'Implanon'.
O implante tem tido grande procura. Neste ano, mais de 30 mil foram colocados na rede pública do GDF, mais de 6 mil deles em adolescentes.
Antes da escolha, as equipes explicam como cada método funciona, os efeitos colaterais possíveis e a forma correta de uso. A decisão é tomada em conjunto com a paciente.
Antes da escolha, as equipes explicam como cada método funciona, os efeitos colaterais possíveis e a forma correta de uso. A decisão é tomada em conjunto com a paciente.
O atendimento é sigiloso. Pode incluir testes para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e, quando necessário, o início do pré-natal. Os meninos também recebem orientação sobre saúde sexual e planejamento reprodutivo.
Parte do trabalho é feita fora das unidades.

Em Ceilândia, o projeto Escolhas, ligado ao Programa Saúde na Escola (PSE), leva aos estudantes conversas sobre métodos contraceptivos, prevenção de ISTs, consentimento, violência, higiene íntima e uso de álcool e outras drogas.

Servidores jovens e universitários da área de saúde participam dos encontros, o que ajuda a criar um ambiente de perguntas sem julgamento.
Em Ceilândia, o projeto Escolhas, ligado ao Programa Saúde na Escola (PSE), leva aos estudantes conversas sobre métodos contraceptivos, prevenção de ISTs, consentimento, violência, higiene íntima e uso de álcool e outras drogas.
Servidores jovens e universitários da área de saúde participam dos encontros, o que ajuda a criar um ambiente de perguntas sem julgamento.
Segundo Viviane Tobias, responsável pela área técnica de saúde da mulher na 'Atenção Primária' da Secretaria de Saúde, as equipes são preparadas para atender às necessidades específicas da adolescência.
Os profissionais também são orientados a identificar sinais de violência e a encaminhar os casos aos serviços especializados.
Os profissionais também são orientados a identificar sinais de violência e a encaminhar os casos aos serviços especializados.

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