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FIOS SOLTOS e POSTES DANIFICADOS: Falta de atenção e manutenção que colocam brasiliense em risco

Fiação solta, postes danificados e falta de iluminação levantam dúvidas sobre a responsabilidade pela manutenção

FIOS SOLTOS e POSTES DANIFICADOS: Falta de atenção e manutenção que colocam brasiliense em risco
Fios soltos, postes danificados e falta de iluminação pública preocupam moradores de diferentes cidades-satélites, principalmente.
FIOS SOLTOS e POSTES DANIFICADOS: Falta de atenção e manutenção que colocam brasiliense em risco

Na QNO 16, em Ceilândia, a instalação de um novo poste deixou a estrutura antiga no local, além de buracos, cabos espalhados e calçadas danificadas.
No Setor Vicente Pires, a fiação continua solta na Avenida São Francisco, apesar das reclamações.


No Setor de Mansões, em São Sebastião, cidade-satélite de Brasília, moradores relatam que uma ventania derrubou os fios há quase um mês, mas os cabos continuam no chão, dificultando a passagem de veículos e o acesso a imóveis. Câmara de Campo Grande aprova retirada de fios inutilizados
Em Sobradinho 2, dois postes foram substituídos há mais de seis meses, mas ainda estão sem lâmpadas, deixando a região no escuro.

Já na Quadra 1 do SAAN (Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte), fios permanecem espalhados pelo chão desde uma chuva forte acompanhada de ventania, no dia 29 de setembro.


A responsabilidade pela manutenção varia conforme o tipo de fiação.

A Neoenergia Brasília orienta que casos de fios de energia caídos e postes danificados sejam comunicados pelo telefone 116, disponível 24 horas.

Já as empresas de telefonia e internet são responsáveis pela instalação, manutenção e organização dos próprios cabos.
Fios soltos nas ruas de Goiânia geram 114 infrações em apenas duas semanas  - O Hoje

Segundo a Neoenergia, mais de 170 empresas de telecomunicações operam irregularmente na Grande Brasília.

Desde agosto do ano passado, cerca de 10 toneladas de fios clandestinos foram retiradas dos postes.
A ABrInt (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações) afirma que o custo cobrado pelo uso dos postes é elevado e defende maior fiscalização.(*R7)

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