BRASÍLIA EM ALERTA: Mais de 2.400 casos de acidentes com escorpiões em 2026
Secretaria de Saúde alerta para o aumento dos casos entre agosto e dezembro, devido às condições climáticas
No Distrito Federal, mais de 2.400 acidentes com escorpiões foram registrados nos primeiros sete meses deste ano.
Wallysson Miranda, morador do Riacho Fundo 1, encontrou três escorpiões em sua casa e foi picado ao calçar um sapato.
Outro caso envolveu uma menina em São Sebastião, picada enquanto dormia, necessitando de transporte aéreo devido à gravidade.
A Secretaria de Saúde alerta para o aumento dos casos entre agosto e dezembro, devido às condições climáticas.
Recomenda-se manter a casa limpa e procurar atendimento médico imediato após picadas. A rede pública dispõe de 11 hospitais com soro anti-escorpiônico.
Os dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal indicam alta expressiva nos casos graves e acendem um sinal vermelho para os moradores em diversas cidades-satélites.
- Total de registros: Mais de 2.400 ocorrências contabilizadas até o início de agosto de 2026.
- Casos graves: Salto expressivo de cerca de 200% nas ocorrências de maior gravidade em comparação com o ano anterior.
- Localidades mais afetadas: Incidência maior em áreas como Estrutural, São Sebastião e Planaltina, com registros também em pontos como Riacho Fundo, Asa Norte e Sol Nascente.
- Período crítico: O alerta é reforçado porque o volume de acidentes tende a crescer a partir de agosto e seguir em patamares elevados até dezembro, impulsionado pelas mudanças climáticas e período de reprodução.
- Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB)
- Hospital Regional da Asa Norte (HRAN)
- Hospitais regionais de Taguatinga, Ceilândia, Planaltina, Sobradinho, Gama, Santa Maria, Paranoá, Guará e Brazlândia.

- Em casa: Mantenha quintais limpos, livre de entulhos, folhas secas e materiais de construção. Vede ralos, caixas de gordura e frestas em portas e paredes.
- Roupas e calçados: Olhe e sacuda sapatos e roupas antes de usar.
- Em caso de picada: Lave o local com água e sabão, procure imediatamente um dos hospitais de referência da rede pública e, se possível, leve o animal para identificação (sem colocar a vida em risco).

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