Uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante uma blitz realizada na cidade-satélite de Taguatinga.
O caso ganhou repercussão nacional em várias reportagens.
O militar flagrado com a arma não foi preso, mas sim conduzido para prestar depoimento e liberado em seguida.
O caso envolve a apreensão de uma pistola registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava em posse de um sargento do Exército Brasileiro ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Detalhes da Abordagem
A Apreensão: O armamento foi localizado pelas forças de segurança durante uma fiscalização rotineira de trânsito (blitz) no Pistão Norte, em Taguatinga.
- Onde e quando: O armamento foi retido pela Polícia Militar do Distrito Federal durante uma blitz veicular na noite de 15 de junho de 2026.
- Quem portava: O item estava em posse de um integrante das Forças Armadas lotado no GSI, órgão responsável pela assistência direta ao presidente da República e segurança de autoridades.
- Justificativa dada: O militar declarou formalmente aos policiais que a pistola pertencia a Jair Bolsonaro. Ele alegou que retirou o equipamento temporariamente para realizar um reparo mecânico e que o devolveria no dia seguinte.
- A Propriedade: Consultas aos sistemas de controle de armas confirmaram que o registro oficial do armamento está vinculado ao nome de Jair Bolsonaro.
Desdobramento Jurídico
- Sem flagrante: Apesar de o sargento possuir porte funcional de armas, a pistola foi retida pela polícia porque o registro oficial do equipamento constava em nome de uma terceira pessoa (o ex-presidente).
- Investigação: O sargento foi encaminhado até a 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para prestar esclarecimentos e acabou liberado na mesma noite. A Polícia Civil abriu um procedimento investigativo para verificar a regularidade fiscal, a documentação de transporte e as condições legais da posse do armamento.
