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COÇANDO A CABEÇA: Infestação de piolhos é mais comum em ambiente escolar brasiliense

Publicada em: 06/05/2026 11:22 -

 Parasita acomete principalmente crianças. Creches e escolas costumam ser os locais onde há maior transmissão.

 Nas escolas, uma preocupação pode passar a rondar a cuca da criançada e fazer pais e professores coçarem a cabeça: piolhos.

Medindo poucos milímetros, esses parasitas são difíceis de serem vistos, agarram-se aos fios de cabelo e alimentam-se do sangue do hospedeiro.

O resultado é uma coceira que, de tão intensa, pode provocar vários ferimentos no couro cabeludo.

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A contaminação por piolhos, denominada pediculose, acomete principalmente crianças e costuma ocorrer por meio de contato direto ou pelo compartilhamento de pentes ou roupas. São insetos que disseminam-se facilmente durante brincadeiras, abraços e atividades em grupo, destacando-se as situações de aglomeração infantil em escolas e creches.A enfermeira Cíntia Ferreira ressalta que, durante a consulta, "fornecemos orientações sobre medidas de higiene e cuidados pessoais para evitar a disseminação do parasita” 

Enfermeira de Família e Comunidade da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Sobradinho, Cíntia Ferreira reforça que o contágio pelo parasita é mais comum no verão e no início do ano, período correspondente ao retorno

Qualquer escola pública da Grande Brasília pode, inclusive, encaminhar seus alunos às UBSs para tratamento. “Não é necessário que seja a unidade básica de referência do usuário, também pode ser a mais próxima ao colégio", avisa a enfermeira.

O mal que atinge a cabeça |

Isso porque as medidas de prevenção, apresentadas mediante ações educativas e de saúde pública, também ocorrem no 'Programa Saúde na Escola' (PSE).

Nele, as equipes da Secretaria de Saúde realizam um trabalho de conscientização com professores, pais, cuidadores e alunos, apresentando diversos assuntos sobre bem-estar dos jovens e seus familiares.das aulas. A profissional afirma que a pediculose requer atenção, mas que o tratamento é simples.

“Na Secretaria de Saúde, o atendimento é feito pelas UBSs. Nós recebemos tanto a criança quanto o familiar. O tratamento é feito com permetrina 1% ou ivermectina, que são medicamentos já amplamente disponibilizados pela pasta. Além disso, durante a consulta, fornecemos orientações sobre medidas de higiene e cuidados pessoais para evitar a disseminação do parasita”, detalha Ferreira. 

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