Quadrilha especializada causou prejuízo de mais de R$ 400 mil em um dos crimes; dois suspeitos seguem foragidos
A Polícia Civil de Brasília, por meio da 9ª Delegacia de Polícia, deflagrou a 'Operação Rastro Oculto' para desarticular um grupo criminoso responsável por uma série de furtos a residências em áreas nobres do Distrito Federal, especialmente no Lago Norte e Lago Sul.

De acordo com as investigações, a organização era composta por três integrantes.
Dois homens atuavam diretamente nos furtos, invadindo os imóveis e subtraindo bens, enquanto uma mulher ficava responsável pelo apoio logístico, conduzindo o veículo utilizado para fuga.
O grupo tinha como alvo preferencial casas de alto padrão, de onde levava joias, dinheiro em espécie e aparelhos eletrônicos. Em um dos casos apurados, o prejuízo causado à vítima ultrapassou R$ 400 mil.
Ainda segundo a polícia, os suspeitos utilizavam métodos sofisticados para dificultar a identificação, como o uso de materiais que impediam a coleta de vestígios e veículos com placas clonadas.
Após análise de imagens e cruzamento de dados, os investigadores conseguiram identificar os três envolvidos.
A Justiça autorizou mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra parte do grupo.
Uma mulher foi presa em Ceilândia, enquanto utilizava um dos veículos ligados aos crimes.
Na residência dela, na cidade-satélite de Samambaia, foram encontradas placas automotivas usadas nas ações criminosas.
Um dos suspeitos, identificado como Thiago Stefano Alves Avilino, não foi localizado e é considerado foragido.
Posteriormente, a polícia também identificou o terceiro integrante, Bruno Lopes Viana dos Santos, de 37 anos, que também está sendo procurado.
A Polícia Civil distrital solicita o apoio da população, por meio do telefone 197, para informações que possam levar à localização dos suspeitos.
A identidade do denunciante é mantida em sigilo.
Os investigados poderão responder por associação criminosa, furto qualificado e adulteração de sinal identificador de veículo automotor, com penas que, somadas, podem ultrapassar 15 anos de prisão.
As investigações continuam, inclusive para identificar possíveis receptadores dos bens furtados.(*Fonte:JBr)
